Instagram: Behind the Numbers

January 23, 2018
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Follow / Unfollow… or the insane Instagram secrets and secrets behind the numbers. In some conversations with my friends I realised that the majority of them have no idea what this social network with 800 million monthly active users hides and what some people to be called ‘influencer’, to have more followers, likes and overall engagement.

Instagram Behind the Numbers

I’m disappointed that the company allows these tricks, but what disappoints me even more is when I see that luxury brands bet on people who use non-organically schemes to grow. As a digital marketeer, for me it’s so obvious that even hurts. No, it’s not envy – at all! Do you know the saying of “I’d rather have a hand full of real friends than have a hundred fake friends”?! My account is relatively small, I have not even reached the first thousand, but despite knowing the paid strategy to grow this number in a jiffy, I prefer to stay true to my principles and not pay to have more followers or likes on my account.

 

Let me tell you that nowadays you can pay not only for followers but also for likes and comments. The other day I found a software that allowed you to generate comments based on hashtags or the user profile. Basically automatic comments that were even in some cases unsuitable for the photos. Who has never received a “sweet”, “✨” or “love this!”? Folks, I’m sorry to disappoint you, but most likely it was a robot and not a person writing to you. If you are the type of people who makes these kind of comments mentioned before, change to “your baby is so sweet @xxx”, “you’re a✨ @xxx”, “love that place @xxx”. Create something more personal and show them that you actually read the description.

 

I prefer to follow the organic strategy of improving the content and creating a harmonious, happy, and perhaps inspiring feed. However not everyone follows this path and I confess that when a brand asks for x number of followers so you can be part of their affiliate program, my gut is “okay, I’ll buy a package of likes and have these clothes for free.”.

 

Another pertinent question is the daily follow/unfollow. I swear it drives me mad and pisses me off that people who are doing this think I’m going to be stupid enough to follow them back after they unfollow me the second later. Normally, I’ll check the profile and if they have already unfollowed I won’t even bother to check their feed. Following/unfollowing is a strategy to grow profile visibility but don’t be fooled by false followers. And if you are thinking how a person has time for it the answer is again: paid software. There’s already software that automates this process for an amount of money, of course.

 

But it doesn’t end here. There is still the “Instagram mafia”, have you heard about it? I only found out about it after reading Sara Melotti’s article. It’s called “Instagram Mafia”, a Whatsapp or Facebook group where a group of users agrees to post a photo at the same time and as soon as the photos are published, a link is shared in the group so they can like and comment on the photos from each other in the first 30-45 min to create more engagement, generate more likes and making it more likely to appear on the “Explorer” page.

 

Working in digital, I can distinguish people who grow by their own merit (they still exist, so a big applause for them) and those that follow the easy path to success. I stopped following these last profiles because even being in the online world I want to be surrounded by honest and confident people who don’t pay for others to like them. Although the temptation for numbers is huge, always remember to remain true to your principles even in the virtual world.

 

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Seguir / Deixar de Seguir… ou os segredos manhosos do Instagram. Em conversas com amigas vou-me apercebendo que metade não faz ideia do que esta rede social com 800 milhões de utilizadores ativos mensais esconde e as manhas a que o pessoal recorre para ser chamado de influencer, ter mais seguidores, gostos e até mesmo engagement.

 

Fico triste por a empresa permitir estas artimanhas (sei que as estão a tentar combater), mas fico ainda mais quando vejo marcas de luxo a apostar em pessoas que utilizam estes esquemas para crescer. É que é tão óbvio para mim que trabalho em marketing digital que até dói. Não, não é inveja – de todo! Sabem aquela sensação de “prefiro ter uma mão cheia de amigos verdadeiros a ter uma centena de amigos falsos”?! A minha conta é relativamente pequena, ainda nem sequer cheguei ao primeiro milhar mas apesar de saber a estratégia paga para crescer esse número num ápice, prefiro manter-me fiel aos meus princípios e não pagar para ter mais seguidores ou likes.

 

Aqui convém alertar que hoje em dia já não se compra só likes e seguidores como também comentários. No outro dia encontrei uma aplicação que permitia gerar comentários baseados nas hashtags ou no perfil de utilizador. Basicamente comentários automáticos e por isso, em alguns casos, inadequados para as fotos. Quem nunca recebeu um “sweet”, “✨” ou “love this!”? Gente, lamento a desilusão, mas o mais provável é que tenha sido um robot e não uma pessoa a escrever-vos. Se são do tipo de pessoas que fazem o tipo de comentários mencionados acima, mudem para “o teu bebé é tão querido @xxx”, “you’re s ✨ @xxx”, “Adoro este lugar @xxx, provei o croissant com marmelada e era óptimo!”. Criem algo mais pessoal e que mostre que leram a descrição da foto.

 

Eu prefiro seguir a estratégia orgânica de aprimorar o conteúdo, partilhar informação verdadeira e criar um feed harmonioso, feliz e quizá inspirador. No entanto nem toda a gente segue este caminho e confesso que quando uma marca pede x número de seguidores para se puder fazer parte do programa de afiliados a vontade que dá é mesmo de “ok, vou comprar um pacote de “likes” e ter estas roupas de graça.”.

 

Outra questão pertinente é a do follow/unfollow diário. Juro que me faz espécie e me irrita que as pessoas que estão a fazer isto pensem que vou ser estúpida o suficiente para as seguir de volta quando passado um segundo eles já fizeram unfollow. Por norma, vou ver o perfil e se já tiverem feito unfollow nem me incomodo em ver o feed deles. Fazer follow/unfollow é uma estratégia para crescer a visibilidade do perfil, mas não se deixem enganar por falsos seguidores. E se estão a pensar como uma pessoa tem tempo para isto a resposta é mais uma vez: pagam. Há já programas para tornar este processo muito mais simples e rápido a troco de uma quantia.

 

Existe ainda a “Máfia do Instagram”, já ouviram falar? Eu só descobri depois de ler este artigo da Sara Melotti. Chama-se “Máfia do Instagram” a um grupo do Whatsapp ou Facebook (O Instagram entretanto detectou este esquema e penalizou os aderentes) onde um grupo de utilizadores acorda em publicar uma foto à mesma hora e assim que as fotos são publicadas, um link é partilhado no grupo para que possam gostar e comentar nas fotos uns dos outros nos primeiros 30-45 min e assim criar mais engagement, gerar mais likes e ter uma maior probabilidade de aparecer na página “Explorer” da aplicação.

 

Trabalhando em digital, consigo distinguir pessoas que crescem pelo seu mérito próprio (que las hay, hay e aplausos para elas) e as que seguem o caminho mais fácil para o sucesso. Deixei de seguir esses perfis porque mesmo sendo o mundo online quero estar rodeada de pessoas honestas e confiantes no caminho que têm de percorrer. Apesar da tentação pelos números ser grande e das marcas lhe darem cada vez mais valor, lembrem-se sempre de se manterem fiéis aos vosso princípios mesmo que seja no mundo virtual.

 

 

Instagram Behind the Numbers

 

By Marisa Oliveira

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